E o clima de Natal?

Alô, enfermeiros! Game over! Estou em Salvador, a viagem acabou, as férias quase. Cheguei anteontem à noite, mas ainda estou organizando as coisas, por isso ainda não vim fazer um “propper post”. Tava com muita saudade de casa, e feliz de estar aqui, de dormir na minha cama, no meu quarto, “meu mundo e nada mais”, uma coisa meio Guilherme Arantes.

Eu ainda não fui ao cinema, mas preciso fazer isso urgentemente, tem vários filmes acumulados, tudo atrasado. Tem tanta coisa que eu quero falar, mas vou encadear as coisas antes! Viagem, livros, sensações e afins. Enquanto isso, sigo cumprindo essa extensa agenda de festinhas, amigos secretos e outras confraternizações de Natal.

Tem uma coisa curiosa… desde pequena eu e minha irmã (Rai) sentimos em alguns momentos do ano um “clima de Natal”, é engraçado isso, são geralmente momentos raros, não há explicação, mas parece uma conjunção de sensação boa, com casa arrumada, com paz, com um cheirinho que eu não sei do que é, e com mais alguma pitada mágica de qualquer coisa que eu desconheço, que transforma momentos super rápidos e despretensiosos em “climinhas de Natal”. O estranho é que com o passar do tempo eu sinto cada vez menos o “clima de Natal” no Natal. Acho que o tal clima deve ser coisa de infância. Eu ainda sinto isso durante o ano, umas duas ou três vezes, mas no Natal… é tanta compra de presente, trânsito, gente, festa que não há tempo pro clima. Enfim, só o registro.

See you.

Piloto automático – OFF

Não sei é sempre assim com todo mundo, acho que não, porque é a primeira vez que me acontece. Nessas férias estou passando por uma espécie de revolução interior. Ainda não sei o que é isso, se é bom ou se é ruim, acho que é bom, também agora não tenho tempo, saco, ou entendimento pra explicar melhor. Estou meio confusa, profissionalmente falando, pessoalmente também, estou meio “sem saber como e porquê”! Apesar de ainda não compreender porque ando tão pensativa, ou seria insatisfeita, ou seria plena de ideias para pôr em prática, ou seria encantada, ou desencantada, eu acho que isso está sendo bom. O piloto automático nos faz caminhar sem saber pra onde, e eu quero saber exatamente pra onde eu quero ir.

Quando a gente tá no ritmo frenético de trabalho não consegue enxergar bem o lado, só vê a frente. Saindo do modo automático é que a gente respira um pouco e dá uma volta em si.

Tá o maior papo de doido, mas é mais ou menos assim mesmo que eu tô me sentindo!

Juro que ao chegar em Salvador regularizo me blog, meu querido bloguinho, espero que com pensamentos mais claros, e de preferência querendo pôr ideias em ação.

Expresso News, Q.A.P.?

Finalmente!!! Consegui alguns minutos, depois de agendar com meu primo-sobrinho com 72 horas de antecedência!!! Exageros à parte, estou feliz por poder acessar o blog. Aff, tem tanta coisa que acho que vou meio que passar por cima de algumas, e vou listar em tópicos.

- Ando refletindo, e muito, sobre minha vida;
- Estou querendo ficando gripada hoje;
- Tenho visto chuva, chuva e mais chuva;
- Fui a Búzios e cantei Shimbalaiê – hahahaha;
- Dirigi na Av. Paulista de noite e na chuva e me perdi, fui parar na marginal Pinheiros, eu acho;
- Acabei há pouco de ler Caim, novo de Saramago, que comprei na Cultura do Centro Nacional da Paulista, que tem 3 andares (a loja, não o Centro);
- Por causa de Caim, estou me sentindo meio pecadora. Não é fácil ler alguém chamando Deus de filho da… ah, tenho coragem não!;
- Mesmo assim o livro é bem bom;
- Em Búzios tomei chuva e foi também muito bom;
- Tô com saudade do meu povo em Salvador;
- Tô com muita, mas muita vontade de voltar a estudar (durma com tanto barulho);
- Acho que já disse tudo;
- Pronto.

No fim de semana do dia 18 vou pra Campos do Jordão, e espero trazer de lá também belas fotos e lembranças. Ainda terei que registrar com foi a viagem de carro São Paulo – Búzios. “Tensa” é pouco pra adjetivar. Dez horas de chuva, perdidos, e quando já perto de Búzios, a estrada não tinha a menor sinalização na pista, que estava molhada, um breu absoluto. Medo!

Enfim, entre mortos e feridos salvaram-se todos. Por enquanto é só, quero saber como anda a vida de vocês.

See you!

Contato imediato!

Hello there!! Tentei passar por aqui e atualizar o blog, mas a situação está precária. Estou em SP, na casa de primos, e tem um sobrinho de 8 anos no pedaço que MO-NO-PO-LI-ZA o computador, ou seja: acesso pelo celular rapidamente e não dá pra entrar na administração da página. Bom, registrar mesmo, só que conheci a Livraria Cultura do Centro Nacional aqui em São Paulo. Maravilhosa! 3 andares. Gigante, infinita. Amanhã ou semana que vem volto pra passar o dia inteiro, porque sexta agora vou para Búzios. Esse momento “Querido diário” é coisa de férias. Tenho coisas a escrever, alguns momentos “Observatório mal humorado” (de novo me pergunto de isso ainda tem hífen…) e outras coisas, mas agora não dá…

I’ll be back!!

Como diria Woody…

Estou arrumando os últimos detalhes pra viajar. Meu voo sai às 17:40. Então como estou com a cabeça voltada para produtos de beleza amigos inseparáveis, brincos e roupas indispensáveis, máquina fotográfica e afins, resolvi dar de bandeja pra vocês uma série de frases imperdíveis de Woody Allen (sempre ele…!). Acabou que me deu tanto trabalho pra reuni-las que levei mais tempo fazendo isso do que se parasse pra pensar em algo pra escrever. ¬¬ Mas certamente ficou melhor!

- Não é que eu tenha medo de morrer. Eu só não quero estar lá quando acontecer.

- Não quero atingir a imortalidade com meu trabalho, mas sim não morrendo.

- Eu caminhava pela floresta pensando em Cristo. Se ele era carpinteiro, quanto será que cobrava pelas prateleiras?

- Minha mulher e eu ficamos na dúvida de tirar férias ou nos divorciarmos. Optamos pela segunda hipótese. Duas semanas no Caribe podem ser divertidas, mas um divórcio dura para sempre.

- Por que Deus não fala comigo? Se Ele pelo menos tossisse…

- Não posso ouvir muito as composições de Wagner, porque logo sinto um desejo compulsivo de conquistar a Polônia.

- Separei-me de minha esposa porque ela era terrivelmente infantil. Uma vez, eu estava a tomar banho na banheira e ela afundou todos os meus barquinhos sem nenhum motivo aparente.

- É muito difícil fazer sua cabeça e seu coração trabalharem juntos.
No meu caso, eles não são nem amigos.

- Fiz um curso de leitura dinâmica e li “Guerra e Paz” em vinte minutos. Tem a ver com a Rússia.

- Fui criado na velha tradição judaica: nunca me casar com uma mulher gentia, nunca me barbear aos sábados e, principalmente, nunca barbear uma mulher gentia aos sábados.

- Meus reflexos não são muito bons. Certa vez fui atropelado por um carro que estava sendo empurrado por dois sujeitos.

- Quando comecei a escrever, tentei vender a história de minha vida sexual para uma editora. Eles a compraram e a transformaram num joguinho de armar para crianças.

- Tenho vontade de voltar pro útero. Qualquer útero.

Good Lord…

fome + vontade de comer

Morri, né? Acabo de ler que Carla Bruni, a própria Carla Bruni, aceitou atuar em um filme de Woody Allen, ele mesmo, Woody Allen. Adivinhem se eu vou assistir??

Já tô no clima!

Amanhã é meu último dia de trabalho antes das minhas férias. A partir de quarta… FÉRIAS!!! E só volto ao trabalho depois do Natal!

Vou viajar na sexta-feira, e espero poder atualizar de onde estiver. Vou a São Paulo, Búzios e Campos do Jordão (arrasei!). Tava precisando muuuito de férias, e espero não só descansar, mas me divertir bastante também.

Antes de terminar esse post, tenho que dizer que estou na maior ansiedade pela chegada de dois filmes aqui no Brasil: Me and Orson Welles, e Nine. Me and Orson Welles não é sobre a vida de Welles, mas a de um jovem ator que consegue um papel numa obra de Welles, e eu quero muito ver; e o outro é um musical, em homenagem ao cinema italiano, e a Federico Fellini. Elenco? Penelope Cruz, Nicole Kidman, Judi Dench, Kate Hudson, Marion Cotillard e Daniel Day-Lewis. Oi???

I’ll be back!!

Ando escutando e adorando

Ando conhecendo algumas coisas novas em música. Novas pra mim, é claro, que estou um pouco atrasada nas novidades. Mas a verdade é que li no twitter de alguém hoje “tem muita música pra se conhecer no mundo, tô quase desistindo!”

Pois é, tem mesmo. Mas somos brasileiros e blá… blá… blá…, aquele papo sobre desistir.

Tenho ouvido muito Carla Bruni. Sempre gostei, mas às vezes a gente se apega tanto a uma música, ou algumas poucas de determinado cantor(a) que acaba não conhecendo as outras, que podem ser tão boas quanto, ou melhores, ou simplesmente diferentes. Ando apaixonadíssima por “L’Amoureuse”, uma música muito linda, gostosa, romântica e ao mesmo tempo sensual. Tem uma batida que dá vontade de dançar um pouquinho, de andar de bicicleta no bosque com flores na cestinha (hahaha adorei essa imagem “propaganda de desodorante”!), de sentir o vento. Para os apaixonados, deve ser um momento especial ouvir a música a dois. Para os sem-amor-por-enquanto, é lindo também! Mas o melhor é a letra. É uma confissão de como o mundo muda com o amor. Beautiful. Fora aquela voz, pelamordedeus. E fora que é em francês, então o conjunto é perfeito!

Carla Bruni

Também tenho ouvido muito She & Him. É a banda de Zooey Deschanel, a atriz. É tipo Scarlett Johanhsson, que também canta, e também é muito legal, mas eu tô num momento She & Him. Adoro! É uma coisa meio retrô, meio pop, meio feliz, meio tô nem aí pra ninguém. Ouça, que de repente não é nada disso, eu é que tô fazendo uma leitura muito particular. Mas eu gosto da voz dela, tem personalidade, não é uma coisa vibrante, nem uma coisa rouca, nem uma coisa gritante. Aí quando baixava músicas dela achei outras coisas, como uma com Leon Redbone, eles fazem um dueto bom demais, e é particularmente boa. Mas da banda She & Him eu indicaria “Sweet Darling”, “Why do you let me stay here” e “I thoguht I saw your face today”.

She & Him

She & him

Então pessoas, vamos todos concordar em enlouquecer com o fato de que existem novecentos e dezenove bilhões de músicas maravilhosas no mundo, e que não vamos conhecer nem a metade delas. Combinado?

Pra você não perder a visita

Tarde de chuva em plena quarta-feira = vontade de escrever no blog. Mas eu não tenho assunto nenhum pra escrever no blog hoje. E eu sei o quanto é dureza ler um post sobre nada. Eu entendo vocês. Ainda mais quando se tem tanta coisa interessante pra ler no mundo. Até coisas que não interessam a ninguém, como o guarda-roupa de Geyse (meu vício jornalístico me obriga a contextualizar, e dizer quem é Geyse, mas a essa altura já acho desnecessário), estão à disposição. Quem quer lê. De maneira que ninguém vai perder tempo aqui.

Mas como eu disse, está chovendo, e fazendo jus ao nome deste blog, escrever “tem que ser agora.”

O dilema se estabelece. Mas eu tive uma ideia, resolvi fazer o seguinte: indicar os blogs dos links aí no menu. São todos legais. Pronto, assim você não perde a visita e eu ainda atualizo o blog!

Isso vale?

500 Dias Com Ela

500 dias com ela é uma comédia romântica, mas não é tão romântico, e em alguns momentos não é muito cômico, é quase trágico. Mas é adorável. A construção do filme é muito diferente da convencional. Foram 500 dias de romance, quase um ano e cinco meses. O filme começa no meio, volta pro início, dá uma espiadinha no final, e a cada viagem no tempo, na tela que diz em que dia estamos, há um desenho, uma imagem que muda de estação. No começo é sempre verão ou primavera. Quando vamos chegando à fase em que o romance dá um “fade”, as folhas do desenho caem, ficam vermelhas, e no final, um indesejado e desagradável inverno. O nome da personagem? Voilà, Summer. 500 days of Summer, é o título original. Ele se apaixona por ela, ela gosta também dele. Mas ela não acredita em amor, em compromisso, então decide que quer sim, viver ótimos momentos com ele, Tom, mas nada de compromisso. Ok? Sim, ok pra ele, mas no fundo ele detesta a ideia. E, claro, cai de amores por Summer. Aliás, se eu fosse homem, acho que Summer seria a mulher ideal. Ela é linda (quem não ama a Zooey Deschanel?), espirituosa, inteligente, diferente das outras. Tom (Joseph Gordon-Levitt) também é o máximo. Mas Summer, depois dos namoros anteriores, não acredita mais que se comprometer com alguém tenha futuro. Ela conta pra ele como era seu último relacionamento. Nesse momento do filme, já no “outono”, depois de ouvir o relato dela, ele pergunta: “E o que aconteceu com esse relacionamento?”, e ela responde: “O que sempre acontece. A vida.” Simples assim. Receba. Sobreviva depois dessa.

Eu acho que estou falando demais sobre o filme, fique à vontade para passar para o post abaixo ou outro (não vá embora não!), mas anyway, vale a pena assistir mesmo depois de saber tanto a respeito.

Tem um momento específico do filme que é espetacular. Depois que eles já terminaram, ela o convida pra uma festinha na casa dela. Ele compra um presente e vai. Desde a ida dele, até quando ele vai embora, a tela se divide em duas, direta e esquerda. Começamos a ver dois filmes diferentes. Do lado esquerdo (ah, o do coração…), a Expectativa. Desde a subida das escadas do prédio, a história se desenrola da maneira como ele gostaria que fosse a festa. Do lado esquerdo, também começando da subida das escadas, o que de fato acontece, a Realidade. Na Expectativa, ela o recebe com um forte abraço, um beijo no rosto, e fica conversando com ele a festa inteira, e acabam se beijando loucamente. Na Realidade, ela o recebe como receberia qualquer outro amigo, e apenas fala rapidamente. Logo vai estar com um novo “amigo”, com quem fica conversando todo o tempo.

Como o narrador diz no início, é um filme sobre um cara que conhece uma garota. O final? Ah, eu estou coçando as pontas dos dedos de vontade de dizer, mas aí já é um pouco demais, até pra mim. Veja. Mas veja mesmo. Na trilha sonora The Smiths, She & Him (banda de Zooey Deschanel), Carla Bruni.

500 dias

Boy meets girl

500 days joke

Love happens sometimes!

500 dias2

Summer with Summer

500 dias azul

In love - tudo azul!

500 dias expectativa

Malditas expetativas de Tom

500dias

O que sempre acontece, a vida

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Eu vi mesmo! Ops, a unhas aparecem sem querer (hehehe Marina, Impala)

How come?

Eu tô aqui me perguntando como é que eu não falei nada ainda sobre “500 dias com ela”. Eu assisti na semana passada no cinema, é ótimo. E por falar em me perguntar, por que será que não disse uma palavra sobre “Whatever Works”? Gente, é um legítimo Woody Allen! Deliciosíssimo. Ah, também tem Paris, que eu vi essa semana na sala de arte da Vivo, no Paseo. Eu também gostei muito. Eu não faria ordem de preferência entre ‘500 dias’ e Paris (óbvio que Whatever Works não faz parte dessa dúvida). Aliás faria sim, gostei mais de ‘500 dias’, mas os dois são bem diferentes, Paris também é muito bom.

Mas eu não tenho condições de dizer nada sobre nenhum deles agora…rs Foi só pra registrar. Tem rímel até agora, e pior, é no meu dedo indicador. Percebi porque tava digitando e vi. Isso não tem o menor cabimento.

2009_whatever_works_005

Whatever Works

whatever

Mais Whatever

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Hahaha, adorei essa cena

500dias

500 Dias Com Ela - tem que ver!

paris o filme

Paris. E Juliette Binoche segue linda...

JURO que é rápido! hihihi

Juro que é só pra mostrar como minha unha está “mega nude*”! Para os rapazes que não captaram, reparem como elas estão da cor-da-pele, como se estivessem ‘nuas’, sem cor.

* Nude não é somente da cor-da-pele, mas explicar melhor esse conceito merece paciência e tempo, além do mais meu esmalte ainda não está totalmente seco!

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Unha da Barbie hahaha

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arrá, achei meu Nude, é Gengibre, Colorama.

Capitulina, Otávio e a desconhecida D. Enedina

Eu costumo comentar muito sobre propagandas irritantes, gastas, mentirosas e afins. Mas tem um comercial do governo que me toca especialmente: o de D. Enedina. Ela tem 100 anos e é aluna do Topa (Todos Pela Alfabetização, Governo da Bahia). Deixo claro antes de mais nada que este comentário nada tem a ver com o governo. O que me toca é D. Enedina.

Uma senhora de 100 anos, que está estudando, aprendendo a ler, nem que seja “pra reconhecer e letra” do ônibus que ela pega. Ela tem 100 anos e anda de ônibus. Como uma verdadeira cidadã, exercendo seu pleno direito de ir e vir, “sem ter que perguntar a um e outro que ônibus vem ali”. Ela valoriza o reconhecimento de que percurso aquele ônibus faz, se é “Tiotônio Vilela”, se é “Centro”.

Ói, évem ali Tiotônio Vilela. Pegar e vim mimbora. Isso é bonito pra mim, depois de velha. Muderna não achei… Vim achar depois de 100 anos.”

É lindo, D. Enedina. É muito lindo. D. Enedina me lembra minha avó Capitulina. Minha vozinha. Acho que é isso que mais me emociona em D. Enedina, além da força de vontade. É que são histórias que se cruzam, histórias semelhantes. Mulheres da roça, fortes, determinadas, corajosas, um pouco castigadas pela vida. Mas que não desistiram. E esse modo de falar de gente sábia, muito sábia, muito mais sábia que muito intelectual que por anos e anos “alisou os bancos da ciência”. A sabedoria vem da vida. Da experiência. A beleza de D. Enedina é essa. Minha avó Capitulina morreu faz dois anos. Meu avô Otávio, tão sábio quanto, e doce, extremamente doce, comemorou esse ano 99 anos. Teve samba durante dois dias. Ele batucou, sambou, cantou. É samba de homem da roça, não é samba de boteco nem pagode. Tá vivo, forte, ainda trabalha. Faz “tarrafa”, rede de pesca, e “cancela”, aquelas portas de fazenda, de madeira cruzada. Mora no interior, vai à missa todo domingo, vai à feira. Quando minha avó morreu, ele pôs um pano cobrindo a cabeça e só tirou dois dias depois. E dizia: “Bem que o padre disse que só a morte ia separar a gente.” Foi o que ocorreu, mais de 70 anos depois do casamento.

Não sei porque estou com esta nostalgia. Acho que foi D. Enedina que me despertou pra essas lembranças. Queridas lembranças de infância. Minha avó pegava a gente no colo, e dizia:

- Uia, uma fulô!

Ela sabia que era flor, e gostava que a gente a consertasse. “Corta uma fatilha desse bolo”. Ela me chamava de Delita, e tinha um chamego muito especial comigo. Ela era muito linda. E é um exemplo a ser seguido por mim. Tô com uma saudade de vó Capitulina…

boanoite

Florzinha que tem na frente da casa de meus avós.

Postinho rápido!

Eu juro que não é implicância! Nem perseguição! Mas vocês já viram a propaganda nova da Acitiva?

- Oi! Como você está bonita!! E o intestino?
- Tudo bem! Funcionando direitinho!

Meu Deus! SOCORRO!!!

Mulherzice – Sereia

Uma rápida mulherzice! A coleção nova da Impala finalmente chegou a Salvador. Estou achando aos poucos. Já tenho Sereia, Marina e Pipa. Essa semana radicalizei, e coloquei Sereia nas unhas. É um verde-água muito lindo, a cara do verão, e é exatamente o tom pelo qual eu estou apaixonadíssima, esse verdinho. Na foto parece mais azul, mas ele é esverdeado. Eu mesma fiz as unhas, foi super tranquilo. Duas camadinhas foram suficientes. A minha mão esquerda ainda está ficando um pouquinho melhor do que a direita (entendam, tirar cutículas com um alicate afiado, pintar e limpar com a ‘pouco hábil’ mão esquerda não é fácil). Mas está dando mega pro gasto! Eu não paro de olhar minhas mãos!

PS: Elen, amiga, viu como minhas unhas já estão verdes de saudade de você????

 

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Sereia, Impala