Archive for Dezembro, 2009

Seja bem vindo, 2010!

Eu tinha planejado fazer um balanço de 2009, e tentar descobrir o que eu espero para 2010, mas à medida que eu fui pensando em como foi esse ano, a vontade de falar sobre ele foi diminuindo. Basta dizer que estou feliz de 2009 ter acabado. Que venha 2010. Simples assim.

E que traga novos ares!

Título? Ruindade

Um desgraçado sequestrou o filho de uma amiga da minha mãe. As duas são professoras. Pediu 35 mil reais. Ela, desesperada, conseguiu 10 mil. Negociou, eles aceitaram. Ela entregou. Eles mataram o rapaz e não deixaram rastro.

Amigos, me desculpem. A história é chocante, é forte e indigesta até a exaustão. Mas desde que a ouvi eu não consegui esquecer. Talvez escrevendo eu passe da minha cabeça pra tela e me livre um pouco. A família não vai se livrar, não tem tela que faça essa mágica. Eu acho que algumas pessoas vieram ao mundo com a doença da maldade. Não venham me falar em falta de oportunidade. Isso é ruindade no mais alto grau. Ou mais baixo, eu diria.

Ufa…

E o clima de Natal?

Alô, enfermeiros! Game over! Estou em Salvador, a viagem acabou, as férias quase. Cheguei anteontem à noite, mas ainda estou organizando as coisas, por isso ainda não vim fazer um “propper post”. Tava com muita saudade de casa, e feliz de estar aqui, de dormir na minha cama, no meu quarto, “meu mundo e nada mais”, uma coisa meio Guilherme Arantes.

Eu ainda não fui ao cinema, mas preciso fazer isso urgentemente, tem vários filmes acumulados, tudo atrasado. Tem tanta coisa que eu quero falar, mas vou encadear as coisas antes! Viagem, livros, sensações e afins. Enquanto isso, sigo cumprindo essa extensa agenda de festinhas, amigos secretos e outras confraternizações de Natal.

Tem uma coisa curiosa… desde pequena eu e minha irmã (Rai) sentimos em alguns momentos do ano um “clima de Natal”, é engraçado isso, são geralmente momentos raros, não há explicação, mas parece uma conjunção de sensação boa, com casa arrumada, com paz, com um cheirinho que eu não sei do que é, e com mais alguma pitada mágica de qualquer coisa que eu desconheço, que transforma momentos super rápidos e despretensiosos em “climinhas de Natal”. O estranho é que com o passar do tempo eu sinto cada vez menos o “clima de Natal” no Natal. Acho que o tal clima deve ser coisa de infância. Eu ainda sinto isso durante o ano, umas duas ou três vezes, mas no Natal… é tanta compra de presente, trânsito, gente, festa que não há tempo pro clima. Enfim, só o registro.

See you.

Piloto automático – OFF

Não sei é sempre assim com todo mundo, acho que não, porque é a primeira vez que me acontece. Nessas férias estou passando por uma espécie de revolução interior. Ainda não sei o que é isso, se é bom ou se é ruim, acho que é bom, também agora não tenho tempo, saco, ou entendimento pra explicar melhor. Estou meio confusa, profissionalmente falando, pessoalmente também, estou meio “sem saber como e porquê”! Apesar de ainda não compreender porque ando tão pensativa, ou seria insatisfeita, ou seria plena de ideias para pôr em prática, ou seria encantada, ou desencantada, eu acho que isso está sendo bom. O piloto automático nos faz caminhar sem saber pra onde, e eu quero saber exatamente pra onde eu quero ir.

Quando a gente tá no ritmo frenético de trabalho não consegue enxergar bem o lado, só vê a frente. Saindo do modo automático é que a gente respira um pouco e dá uma volta em si.

Tá o maior papo de doido, mas é mais ou menos assim mesmo que eu tô me sentindo!

Juro que ao chegar em Salvador regularizo me blog, meu querido bloguinho, espero que com pensamentos mais claros, e de preferência querendo pôr ideias em ação.

Expresso News, Q.A.P.?

Finalmente!!! Consegui alguns minutos, depois de agendar com meu primo-sobrinho com 72 horas de antecedência!!! Exageros à parte, estou feliz por poder acessar o blog. Aff, tem tanta coisa que acho que vou meio que passar por cima de algumas, e vou listar em tópicos.

– Ando refletindo, e muito, sobre minha vida;
– Estou querendo ficando gripada hoje;
– Tenho visto chuva, chuva e mais chuva;
– Fui a Búzios e cantei Shimbalaiê – hahahaha;
– Dirigi na Av. Paulista de noite e na chuva e me perdi, fui parar na marginal Pinheiros, eu acho;
– Acabei há pouco de ler Caim, novo de Saramago, que comprei na Cultura do Centro Nacional da Paulista, que tem 3 andares (a loja, não o Centro);
– Por causa de Caim, estou me sentindo meio pecadora. Não é fácil ler alguém chamando Deus de filho da… ah, tenho coragem não!;
– Mesmo assim o livro é bem bom;
– Em Búzios tomei chuva e foi também muito bom;
– Tô com saudade do meu povo em Salvador;
– Tô com muita, mas muita vontade de voltar a estudar (durma com tanto barulho);
– Acho que já disse tudo;
– Pronto.

No fim de semana do dia 18 vou pra Campos do Jordão, e espero trazer de lá também belas fotos e lembranças. Ainda terei que registrar com foi a viagem de carro São Paulo – Búzios. “Tensa” é pouco pra adjetivar. Dez horas de chuva, perdidos, e quando já perto de Búzios, a estrada não tinha a menor sinalização na pista, que estava molhada, um breu absoluto. Medo!

Enfim, entre mortos e feridos salvaram-se todos. Por enquanto é só, quero saber como anda a vida de vocês.

See you!

Contato imediato!

Hello there!! Tentei passar por aqui e atualizar o blog, mas a situação está precária. Estou em SP, na casa de primos, e tem um sobrinho de 8 anos no pedaço que MO-NO-PO-LI-ZA o computador, ou seja: acesso pelo celular rapidamente e não dá pra entrar na administração da página. Bom, registrar mesmo, só que conheci a Livraria Cultura do Centro Nacional aqui em São Paulo. Maravilhosa! 3 andares. Gigante, infinita. Amanhã ou semana que vem volto pra passar o dia inteiro, porque sexta agora vou para Búzios. Esse momento “Querido diário” é coisa de férias. Tenho coisas a escrever, alguns momentos “Observatório mal humorado” (de novo me pergunto de isso ainda tem hífen…) e outras coisas, mas agora não dá…

I’ll be back!!