Turva angústia

Para ler ouvindo: Cajuína

Existirmos: a que será que se destina?

O que será de cada passo cego que se dá diante do escuro desconhecido?
Sem medo, andar em direção ao que não se sabe: a que será que se destina?
Se é que finalidade existe, qual será ela e por que não se apresenta?
A angústia da espera, será que objetiva?
Turva a vista, desesperada e ansiosa.
Coragem e cegueira.
Anda.

4 responses to this post.

  1. “a vida é tão rara.”

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  2. Ah, sim.. que bom que a inspiração voltou!❤

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  3. Posted by Dimileto on 6 de Julho de 2011 at 8:14

    Como diria Raul: “Não sei onde eu tô indo, mas sei que eu tô no meu caminho”!
    Abração!!

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  4. Posted by Rejane on 7 de Julho de 2011 at 17:01

    Menina, você me levou ao passado, no milênio passado, quando eu tinha uns 13 anos e pirraçava meu avô cantando essa música, porque ele não gostava.
    Íamos o caminho todo de volta, de onde hoje é o Hotel Canabrava ( Olivença ), para Ilhéus, no carro, cantando Cajuína.
    Ele se irritava com a rima pobre e nós cantávamos mais alto ainda, realçando bem as últimas sílabas. kkkkk Como pode ver, sempre fui pirracenta. rsrs
    Tempo bom!
    Hoje ele e minha avó são falecidos.😉

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