AAaaAAaaAAaa!

Ontem conversei com minha irmã no telefone. Vocês já devem ter visto os comentários dela por aí, ela assina Myl (a gente se chama assim. Aliás, a gente se chama de quase qualquer coisa). Ela é uma criatura absolutamente adorável. Todo mundo que a conhece diz isso. Eu, quando pequena, era a irmã de Rai (ela), quase não era Dele (eu – lê-se Déle). Mas eu não ligava. Porque ela tem uma magia, uma doçura, um carisma, algo inexplicável. Hoje ela mora na França, é casada com Pierrick (precisa dizer que ele é francês? Com este nome…!), e é mãe de Esteban (ai…! Saudade) e está esperando mais um menininho que até o presente momento se chamará Raphael (nem queriam saber que outros nomes estavam na parada). Rai é uma luz na minha vida. Eu tenho certeza que ela é uma espécie de anjo, porque toda vez que eu estou precisando de ajuda, quem aparece?? Pois é.

Na verdade eu queria mesmo era contar uma peripécia de Estebinho, mas aí tive que falar de Rai, porque ela é demais. Mas ontem eu soube de umas coisas tão engraçadas que precisava compartilhar. Soube que Estebinho outro dia viu um pombo pousar na varanda da casa deles. Os pais estavam lá dentro, talvez no quarto. Ele achou aquele pombo na varanda algo tão legal, que foi correndo chamar os pais pra mostrar. Mas ele ainda está aprendendo a falar, e no desespero de se fazer entender é que ninguém entendeu nada. Ele dizia “oiseau”, “oiseau” (pássaro, em francês), mas misturava com outras coisas e os dois não entenderam. O que ele fez? Saiu em disparada pro quarto, pegou o passarinho do Playmobil (que deve medir milímetros), e trouxe pra mostrar. Daí pegou os dois pela mão e correu pra varanda. A sorte é que o pombo ainda estava lá. Achei que o pombinho foi legal com Esteban. Esperou os pais dele chegarem pra que ele fosse compreendido. Imaginem o desastre se o pombo já tivesse voado? Talvez ninguém tivesse entendido até hoje do que se tratava.

A outra peripécia dele foi no carro, com a mãe. No caminho pra creche, passaram por um caminhão do Corpo de Bombeiros. Ele gostou muito, e resolveu dizer “pompieurs” (bombeiros)” Pompieurs! Pompieurs! Mas a mãe (esses adultos…) não entendeu o que era. Ele repetia e repetia. Nada. Ele, mais uma vez, não se fez de rogado. Começou a imitar a sirene:

– AAAAaaaaaAAAAAaaaaaAAAAaaaa!!!!! (pausa para minha gargalhada até agora)

E tudo se resolveu! Rai entendeu, e ele ficou feliz e satisfeito no exercício de seu direito de se comunicar. Que lindo.

Pequeno Príncipe

Le petit prince et sa maman

Bonequinho de neve. Quem resiste?

8 responses to this post.

  1. sem palavras…

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  2. que lindo vc falando de seus queridos!!!
    beijinhos

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  3. Eu não resisti a essa última foto! Que coisa mais linda! =)

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  4. âaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa!!!

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  5. Oi Nardele!!

    Agora, sim, vim ver seu blog. Ufa, que correria, menina.

    Em primeiro lugar, adorei a história do seu sobrinho e o pombo. Coisa mais doce, le petit!! Em segundo lugar, adorei o visual do seu blog, vou explorá-lo mais e mais.. Em terceiro lugar, fiquei muito triste com o caso do seu comentário desaparecido lá no Estrada… buáááá… paciência. Mas ainda quero saber sobre o que você escreveu. Post Gigante para Crise Idem é um post muito especial pra mim, sabe? Bom, vamos ver se você vai ter saco de falar disso outra vez. E, finalmente, muuuito obrigada pelo link aí do lado – fiquei toda boba. 😉
    Bjocas!!
    Rita

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  6. Oi, Dele!
    eu também tenho duas irmãs muito fofas e queridas. Daquelas que você sabe que pode contar, nas horas boas e más. E elas também moram longe. Só que nenhuma delas gerou um Petit Prince para eu encher de beijinhos! Vou mandá-las aqui no seu blogue pra elas verem como é que faz, hohohoho.
    Beijos,
    Lud

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  7. Posted by nardele on 21 de Janeiro de 2010 at 10:44

    Meninas! Falar de quem a gente ama é tão bom, né!

    Pyl, eu imagino a sua cara quando você entrou aqui e leu isso! hahah… Linda!

    Pa, não é fofo meu pequeno príncipe particular??

    Deise, a sessão de fotos na neve é toda assim, irresistível, pena que depois ele ficou gripado, o bichinho!

    Elen, amiga, eu tô a ponto de explodir de tanta saudade. Coloca lugar pra comentário no seu blog, pelamordedeus!

    Rita e Lud, que rico!! Adoro os blogs de vocês. Rita, nem me fale, quando eu fui lá ver se tinha algo novo, me deparei com a bomba, não tinha nada, nem o meu comentário! Será que ele vai aparecer? Mas não se preocupe não, eu vou voltar a falar disso, aquele post criou uma identificação enorme em mim, sabe? Engraçado, quando eu tava lendo, o telefone tocou, me deu uma raiva de ser interrompida naquele momento mágico! hahaha E Lud, seja bem vinda! Um dia ainda roubo aquela foto que me levou ao seu blog. E suas irmãs, hein?! Se preocupa não, qualquer hora aparece um príncipe ou uma princesinha!

    beijos a todas!

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  8. Posted by Paulo Gomes on 25 de Fevereiro de 2010 at 22:05

    Maravilhosas as histórias do pequeno Estebinho. São esses momentos que fazem a vida ter a ‘arejada necessária’. Maravilha mesmo!

    Responder

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